sábado, julho 17

continuação - ainda sexta, 16 de julho: Caracas que bien te quiero. #not

Ok, onde eu parei? Ah sim, nos museus. Lindas exposições. Depois fomos para o Museu de Ciências. Super legal. Vários bichos, uma girafa gigante, ursos, leões, tudo parecendo de verdade, de dar medo, hahaha. E foi legal ver também como os venezuelanos são educados, sérios, ao contrário da minha família, educada mas barulhenta.
De lá seguimos para o Museu das Crianças. Tem dois prédios, ao todo 7 andares. Acho que eu me diverti mais do que as minhas primas. No 4º andar, de biologia, vi toda a matéria que eu aprendi esse semestre, só que achei mó legal. Vi na prática. No 3º andar, de comunicação, vi as propriedades físicas que eu estudei esses bimestres também. Até uma hora que nos cansamos e resolvemos voltar para o hotel (e nisso o tempo NÃO PASSAVA, ainda eram 5 horas mais ou menos e eu só tinha comido meu 1/3 de empanada e agora mais 3 nuggets). O problema dessa vez é que estava chovendo e o fim do expediente aqui é às 5h, ou seja metrô lotado, difícil de pegar um táxi.
No final das contas conseguimos. Tomei um banho, me acalmei, me arrumei e junto com a minha mãe e a minha irmã decidimos que, como ninguém nasceu grudado em ninguém, ao contrário do que meu avô pensa, a gente queria fazer o jantarado (almoço + jantar, no México) no restaurante do hotel mesmo, sendo caro ou não.
Para o meu mau-humor, que já estava além dos limites e a minha fome, que já era descomunal - juro que depois dessa viagem vou ser bem mais solidária na hora de doar comida, já entendi como é esse aperto - fomos comer no shopping. Que raiva que eu fiquei, minha vontade era de chorar de ódio. Já fico puta de estar super bem vestida, inadequada sabe, com uma roupa melhor do que se espera de uma ida ao shopping - daí todo mundo olha torto. Eu não reclamo de nada(pelo menos não pra ngm, só pra mim mesma. E não to reclamando pra quem lê o blog, é só pra mim mesmo), faço tudo que me pedem, vou à todos os lugares MAS PELO AMOR DE DEUS, me alimentem direito! Só queria um restaurante decente, não uma espelunca com milhares de narguiles onde só de passar eu fiquei grog (verdade, haha). No final das contas, fomos em um restaurante italiano bem legal e super cheio (e aqui não tem distinção de fumantes e não fumantes. ¬¬ já sacou, né?) mas que a comida era maravilhosa. Não sei se é porque juntou a fome com a vontade de comer mas aquele macarrão com carne tava espetacular, era uma porção bem grande e eu devorei (fora as entradas).
Com o shopping já fechando, às 9h (Ê DIA QUE NÃO ACABA)voltamos pro hotel e queria me sufocar no travesseiro, de tanta vergonha que o meu tio me deixa e o meu avô com as caduquisses dele, mas ao invés disso relaxei, entrei um pouco no computador, deitei e fui dormir. Abençoado seja quem inventou a cama.

Ps: desculpa pelos erros de ortografia, não tenho tempo de reler os textos.

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