domingo, agosto 8


faz a mala com tuas melhores histórias
que eu junto minhas melhores memórias
e a gente foge pra qualquer nosso lugar

me leva no bolso
e entra no carro
ou leva meu barco
que o curso é teu olhar.

boletim jurídico

ah, persistência que não fica
insistência de não continuar.




desistência voluntária e arrependimento eficaz.

quinta-feira, julho 22

como pode um peixe vivo viver fora d'água fria?


Então anteontem foi pior ainda. Dormi muy malo, acordei pior ainda. Minha mãe não me deixou nem ir à praia, nada de sol, nada de mar, nada de areia. Então fomos direto ao shopping. Fomos em um diferente, y muy bueno. Dessa vez o trem rendeu. Meu Deus, gastei demais, fiz a festa. Minha mãe já tava pra me matar do tanto de roupa e perfume e otras cositas más. Fomos em tudo quanto é loja e o ar condicionado quase me matou. Um frio lascado dentro do shopping.
De noite voltamos, jantamos e fomos no showzinho de reggaeton, legalzinho de leves. A minha mãe mal me deixou entrar no computador, tive que ir direto pra cama descansar.
Isso funcionou porque no dia seguinte pude ir a praia, meio a contragosto da minha mãe. Mas o mar me faz bem, e realmente é um ótimo remédio para a gripe - não que eu tenha ficado 100%, quase lá. Depois saímos e voltamos ao shopping mais uma vez e por incrível que pareça, não comprei nada pra mim, só peguei as compras que ficaram lá do dia anterior, rs.
Depois jantar e show. Animei e fui ver se la disco estava melhor do que da outra vez que fui. Ao chegar, todos já estavam dançando, de pé, numa animação que só. Foi muito bom, fiquei lá até 1h da manhã, dançando e conversando. Tocou até ilarilariê (ô ô ô) e um axé. Fiz alguns amigos, o que é muito legal porque parece uma Torre de Babel. Conversamos em inglês, mas as vezes misturamos español e tento ensinar para eles português. Que coisa mais engraçada eles tentando falar isso. Fiquei muito feliz de ter arranjado companhia.
O chato é que sempre que a gente começa a gostar do lugar tá na hora de ir embora já. Quiero quedarme aca! Que nem quando a gente começa a gostar do post e tem que sair :/

segunda-feira, julho 19

cof cof

Sim, eu acordei indisposta. Não sei se estou gripada ou o que, mas levantei com uma dor de garganta danada, espirrando horrores. Não dava pra falar nem comer, e isso fez meu dia bem sem gracinha, comparado aos outros - logo o post também vai ser assim, e pequeno.
Fui tomar café e realmente não comi muito e falei menos ainda, tava difícil. Direto pra praia, com dor de cabeça. Essa indisposição acabou comigo, o dia todo. Só entrei 2 vezes no mar, fiquei muito pouco no sol. O tempo todo sentadinha ou deitada na sombra, só vigiando minha irmã e primas, curtindo um Ipod, nem muitas fotos eu tirei. O máximo que fiz foi ver minha mãe ganhar no vôlei, com vontade mas preguiça de jogar.
Almocei e voltamos mais cedo pra podermos tomar banho e ir ao shopping. Cheguei lá meio sem saco pra isso - essa mudança de calor infernal pra ar condicionado tá me matando. Levou uma torta de dulce de leche e uma loja com roupas e bolsas da Converse pra eu ficar de boa e comprar duas blusas e dois tenis (lindos, diga-se de passagem) mas o shopping fecha cedo, então não deu pra ficar super happy, hahaha. Ainda mais porque a minha mãe que me deu tudo, não gosto de ficar pedindo as coisas pra ela, gosto de pagar com o meu dinheiro.
Viemos jantar e pegamos só o finalzinho do show do casal mais bonito. Nada demais. Vim direto pra cama e já vou dormir. Essa gripe ou allérgia (?) ou sei lá que diabos é isso tá me matando. Espero que amanhã seja melhor e a minha próxima ida ao shopping mais feliz também.
Boa noite.

domingo, julho 18

pra ficar em dia

Acordei hoje e tive a certeza de como é bom dormir toda esparramada (sozinha, sem ser chutada pela minha irmã ou mãe) numa cama de casal - não conhecia esse luxo. Me arrumei e fomos tomar o café. Muito bom, assim como as outras refeições. De lá partimos direto para a praia, nem podia acreditar. MARAVILHOSA! A água é azulzinha, parecendo uma paleta de tons de azul, junto com o céu (mesmo não gostando de azul é lindo)e também nunca entrei em água mais gostosa. Temperatura perfeita, nenhum pouco fria. A areia é suficientemente branca, milhaaaaaaaaaaaares de conchas, os coqueiros dando o charme, as barraquinhas super arrumadas e o melhor de tudo, no lado da praia que toca música, só coisa boa! Hahaha, o Caribe é sim tudo de bom, do jeito que dizem.


Almoçamos no restaurante da praia mesmo e ficamos mais um pouco. Tirei milhares de fotos que pretendo colocar no flickr depois. Curti demais, o dia se fez valer a pena. Tava morrendo de saudades do mar, foi bem compensado.
Na saída achei muito engraçado ouvir uma música em português (apesar de brega. Será que já tá tocando aí?) no carro que a gente pega pra ir pra praia. Fomos pra piscina porque minha irmã e minhas primas queriam, mas não ficamos muito porque o meu querido tio não fez muito esforço pra ajudar com as meninas -mas pra irritar ele não poupa esforços (inclusive, minha mãe já concordou que a gente nunca mais viaja com esse povo chato e cheio de manias).
Tomei meu banho, tirei toda a areia, protetor e algas que estavam grudados em mim - isso que eu nem fiquei rolando e fazendo anjinho que nem a J - pra podermos jantar. Demorei o suficiente pra evitar algumas vrs mas nem assim. Fiquei apressando minha mãe ao máximo e saímos todos dalí.
Seguimos pro showzinho de hoje que na verdade foi um jogo de chicos contra chicas. Claro que las chicas ganharam. (: Achei que ia ser podre, mas no final das contas foi divertido. Participaram várias pessoas, o cara tinha que ficar explicando as regras em espanhol, inglês e francês toda hora. Até eu brinquei na última prova (que na fazia diferença mesmo, o placar tava 5 a 3 eu acho e eu ainda fiquei no fundo).
Depois fiquei curiosa e fui com a minha mãe conhecer a tal da boate que o cara da animação tanto falava. Chegamos en la disco e tinha um bastante gente até, mas todo mundo sentado. Estava tocando um reggaeton altíssimo. Entramos e também ficamos sentadas. Algumas pessoas foram saindo e no final das contas só dois casais levantaram pra dançar o que eu acho que era uma rumba, uma dança que lembra um pouco a salsa, só que mais calma.
Desistimos e pegamos o carrinho de volta. Demos uma volta na piscina e um colombiano veio cantar a minha mãe, ficou puxando papo um tempão. Ai ai, eu mereço. Minha mãe subiu e quando eu estava voltando topei com os uns caras não sei da onde - não, não é da França - que falam francês. Conversamos um pouco no elevador (em inglês, thanks God!) e vim dormir. Espero que amanhã eu encontre mais gente, quero fazer amigos, haha (:

vamos a la playa!

Ok, tenho alguns minutos antes do jantar parar contar o dia de ontem e tentar cobrir esse atraso cronológico, e acho/espero que esse post não vai ser tão grande - pelo menos não como os outros 2. Vamos lá.
Então depois de todas aquelas confusões e chatisses eu acordei. Acordei bem - fora minha mãe berrando pra eu andar logo -, porque dormi muito e descansei.
Levantei, tomei meu banho e desci com a minha irmã enquanto minha mãe tentava resolver como viríamos à Isla de Margarita. Chegamos lá embaixo e ninguém estava pronto ainda - e minha mãe me apressando, aff - e a agência também não estava aberta. Ficamos conversando com o meu 'querido' tio, que estava acordado desde 6h (isso já eram quase 10h). Conversando uma vírgula, porque eu fiquei com minha cara de titica pra ele ouvindo ipod, minha irmã reclamando que tava com fome e minha mãe tentando arranjar o plano. Maaaas, o fofo já tinha arranjado um dos 'esquemas' (de merda) dele. Blablablá vai, blablablá vem, ficou decidido que iríamos todos de van para o aeroporto e de lá pegaríamos um avião às 13h30, só pra adicionar, 15h no horário do Brasil (nunca tinha visto fuso horário partido, de 1h e meia).
Próximo conflito: café da manhã. Já que chegamos ao consenso, não da maioria (adivinha quem contrariou) de que o lugar do dia anterior não foi muito bom, minhas primas queriam fazer o desayuno no McDonald's. As crianças parecem ter preferência pra tudo, e essa seria mesmo a melhor opção até que...
Até que eu, minha irmã, minha mãe e minha vó acordamos com vontade de ficar no hotel mesmo, e comer por aqui que seria mais fácil e mais rápido, consequentemente, mais prático. Não precisou de nenhum esforço pro meu avô concordar com a minha tia e minhas primas.
Então o dia começou a melhorar! Tomei um café da manhã decente, com direito a croissants de chocolate, café com leite, huevos con jamón, pan e tudo mais. Ah, como a vida é bela quando nenhum chato está no caminho!
Depois de passar algumas vergonhas rotineiras com o meu tio gritando e sendo um BABACA que não é educado e acha que fala español, entramos na van, que era dirigida por um venezuelano muito simpático. Me identirfiquei muito com ele, ele é muito revoltado com o governo do Chaves, nos situou com a história da Venezuela e situação política. Na boa, o Hugo Chaves é um completo idiota e todo esse papo geopolítico renderia outro post enorme.
Enfim, chegamos no aeroporto e tchau, tchau, Caracas favelosa! Olá, Isla de Margarita maravilhosa!










O avião era meio medonho, daqueles velhos sabe, com os compartimentos de bagagem de madeira, mas tudo ok. Fui na janela. Que vista! Meia hora de mar azul, azul, azul do Atlântico. Não sabia até onde era mar, o que era céu. Parecia uma coisa só, olhando pra baixo tinha nuvens, era céu, era mar. Olhando pra cima também.
Descemos depois da vr (vergonha rotineira) - dessa vez fez um estardalhaço quando pousamos, bateu palma, gritou - numa cidade incrívelmente maravilhosa! Fazia sol e calor! Ah, já tinha começado bem.
Pegamos um táxi e demoramos uns bons 30 minutos até chegar no hotel. No caminho se via uma cidade bem praiana surgindo, com dois shopping gigaaaantes e uma paisagem meio desértica, lembrando o nordeste. Às vezes umas árvores verdes, perto da terra meio de mangue que vi do avião. Bonito.
Entramos no hotel. Um resort de 5 estrelas (que dessa vez merecia acho que 3, talvez 4) muuuuito grande. O check-in demorou mais de 1 hora e eu já estava ficando sem paciência. Um dos motivos foi que o querido tava fazendo barraco e sendo mal educado por nada. Oooooh, que novidade! #not
Entramos no nosso quarto que é simples, mas com duas camas de casal e pela primeira vez tenho que agradecer o tanto que a minha irmã é mimada. Como sempre quer dormir com a minha mãe, fiquei com uma só pra mim! A viagem tá bem melhor já, Vivaaa Venezuela!
Às 6h30 fomos jantar. Pior jantar de todos. A vr se transformou numa vMASTER, gigante. Queria virar um avestruz e me esconder! Fora o de sempre, minha prima J se engasgou e tava tendo um troço. Maior gritaria da minha vó de preocupação, da minha tia, e o querido tentando desengasgá-la. Jesus, aquele minuto parecia durar horas, com todo mundo olhando pra gente. Depois disso, não precisei de 30min de vr pra querer ma-tar todo mundo e sumir dali. Como a minha mãe não levantava nunca pra irmos pro quarto, fiquei com raiva e levantei. Não queria nem saber, não queria ser reconhecida como a brasileira da família de mal educados.
Fiquei sentada um tempo na bera da piscina ouvindo música (não foi emo, ok? Se você estivesse no meu lugar faria o mesmo) e fui dar um volta no hotel. Realmente é enorme, os caminhõesinhos que circulam se fazem um pouco necessários mesmo. Mas andei metade à pé e voltei. Vi pelo vidro que ainda estavam conversando e provavelente alto o suficiente para que eu não quisesse voltar. Andei o resto morrendo de medo do escuro, mas achando o máximo. Tinha até um cinema, vi um pouco do filme que eu não sei qual era - zuadíssimo em espanhol - e voltei.
Já estavam do lado de fora, mas ainda coversando. Dessa vez com uma família da amiguinha da prima J, que encontramos aqui (quanta coincidência, não?). A mãe da amiguinha tem uma afilhada, a Eliza, de 17 anos. Conversamos um pouco (mineira simpática) e subi para tomar um banho. Ah, bentido banho.
Desci e foi combinado que eu encontraria todo mundo lá embaixo no show venezuelano que estava acontecendo. Muito legal, muito bonitas as danças típicas. Entre uma vr, e outra o senhor do lado paquerava minha vó (hahaha) e eu ria. Quando terminou, voltamos pro quarto, postei o de ontem e fui dormir, um pouco mais feliz.
Ufa, agora só falta o de hoje (:

sábado, julho 17

continuação - ainda sexta, 16 de julho: Caracas que bien te quiero. #not

Ok, onde eu parei? Ah sim, nos museus. Lindas exposições. Depois fomos para o Museu de Ciências. Super legal. Vários bichos, uma girafa gigante, ursos, leões, tudo parecendo de verdade, de dar medo, hahaha. E foi legal ver também como os venezuelanos são educados, sérios, ao contrário da minha família, educada mas barulhenta.
De lá seguimos para o Museu das Crianças. Tem dois prédios, ao todo 7 andares. Acho que eu me diverti mais do que as minhas primas. No 4º andar, de biologia, vi toda a matéria que eu aprendi esse semestre, só que achei mó legal. Vi na prática. No 3º andar, de comunicação, vi as propriedades físicas que eu estudei esses bimestres também. Até uma hora que nos cansamos e resolvemos voltar para o hotel (e nisso o tempo NÃO PASSAVA, ainda eram 5 horas mais ou menos e eu só tinha comido meu 1/3 de empanada e agora mais 3 nuggets). O problema dessa vez é que estava chovendo e o fim do expediente aqui é às 5h, ou seja metrô lotado, difícil de pegar um táxi.
No final das contas conseguimos. Tomei um banho, me acalmei, me arrumei e junto com a minha mãe e a minha irmã decidimos que, como ninguém nasceu grudado em ninguém, ao contrário do que meu avô pensa, a gente queria fazer o jantarado (almoço + jantar, no México) no restaurante do hotel mesmo, sendo caro ou não.
Para o meu mau-humor, que já estava além dos limites e a minha fome, que já era descomunal - juro que depois dessa viagem vou ser bem mais solidária na hora de doar comida, já entendi como é esse aperto - fomos comer no shopping. Que raiva que eu fiquei, minha vontade era de chorar de ódio. Já fico puta de estar super bem vestida, inadequada sabe, com uma roupa melhor do que se espera de uma ida ao shopping - daí todo mundo olha torto. Eu não reclamo de nada(pelo menos não pra ngm, só pra mim mesma. E não to reclamando pra quem lê o blog, é só pra mim mesmo), faço tudo que me pedem, vou à todos os lugares MAS PELO AMOR DE DEUS, me alimentem direito! Só queria um restaurante decente, não uma espelunca com milhares de narguiles onde só de passar eu fiquei grog (verdade, haha). No final das contas, fomos em um restaurante italiano bem legal e super cheio (e aqui não tem distinção de fumantes e não fumantes. ¬¬ já sacou, né?) mas que a comida era maravilhosa. Não sei se é porque juntou a fome com a vontade de comer mas aquele macarrão com carne tava espetacular, era uma porção bem grande e eu devorei (fora as entradas).
Com o shopping já fechando, às 9h (Ê DIA QUE NÃO ACABA)voltamos pro hotel e queria me sufocar no travesseiro, de tanta vergonha que o meu tio me deixa e o meu avô com as caduquisses dele, mas ao invés disso relaxei, entrei um pouco no computador, deitei e fui dormir. Abençoado seja quem inventou a cama.

Ps: desculpa pelos erros de ortografia, não tenho tempo de reler os textos.

diário de bordo - um poste grande, sobre (muita) pimenta nos olhos alheios e tempo


Anteontem, dia 15, já não começou bem. Dormi tarde (ok), acordei cedo (não-ok) pra fazer uma coisa que a minha mãe tava me amolando - vai contando aí, as desgraças só vão aumentando- há um tempo.
Desde que a minha mãe inventou essa viagem de última hora pra Venezuela, tem sido um saco. Ela fica o tempo todo estressada querendo arrumar as coisas que não planejou com antecedência, como a renovação dos passaportes, que só fizemos uma semana antes (sendo que o correto seria um mês antes). Nesse dia, por óbvio, já que a minha onda de azar é a maior possível, uma Tsunami, a minha indentidade sumiu. Um stress danado, mas resolvemos sem o documento mesmo. Alguns dias depois, fico sabendo que é preciso ter o cartão de vacinação em dia para viajar, especialmente ter tomado a vacina da febre amarela. Ok, já havia tomado mesmo há 2 anos atrás. Mas... onde está o cartão? A minha mãe, ou o meu pai, nem sei quem, perdeu o cartão. Ah, tudo bem, toma de novo. NÃO. Tenho PAVOR de agulhas.
Procurei essa desgraça de cartão por todos os lados mas era simplesmente IMPOSSÍVEL achá-lo. Então tive que ir ao posto de saúde, pedir uma segunda via, o que não é possível pois não fizeram meu registro. Isso demorou muuuuuuuuito tempo, mais de hora, só pra me falarem que eu tava ferrada, que eu ia viajar naquele dia e ainda havia a possíbilidade de eu não embarcar por causa disso.
E vai atrás de hospital que fornece a vacina, amigo que trabalha no hospital. Não e não. Não consegui e voltei pra casa, de TPM, atrasada para ir sofrer no salão de belezas, pronta pra embarcar. Ou não.
Até aí, nada demais. E você deve estar pensando: 'Mas você já não está na Venezuela? Então deu tudo certo.' Sim, esse é um jeito de pensar, mas eu não ando muito otimista, a garrafa está com a metade vazia nesses ultimos dias.
Sabe o que dá mais raiva? Eu passei esse aperto todo com o cartão de vacinação durante esse dias, essas malditas horas pra nada! Tá, eu sou muito revoltada, eu sei, mas po, nem lembraram que isso existe.
Ok, luíza, menos. continua, vai.
Tá bom.
Fiz minha mala e ainda fui apressada quando na verdade não era eu quem estava atrasada. Fomos para o aeroporto e graças a Deus - ou não - que a TAM iventou esse negócio de chegar 3 horas antes, mesmo pra vôo nacional/internacional. Fizemos o check-in rápido, mas de rápido não teve nada, porque colocaram minha mãe na fila errada (odeio rimar, droga, mas to meio sem tempo de consertar) e isso levou umas 2horas e meia. Eu com a minha santa falta de paciência com a minha mâe e irmã, já tinha saído pra comprar uma batata no Giraffas.
Nota lembrete: nunca mais voltar no Giraffas, pelo menos não no do aeroporto.
Jesus, o que foi aquilo. Pra comprar UMA batata pra tapar a minha fome - porque eu almocei correndo pra fazer as malas - eu fiquei mais de meia hora na fila! Isso já eram 7 horas da noite! Meu Deus, dai-me paciência.
Fora isso, embarcamos numa boa, com a minha mãe enrolando sempre, quase nos fazendo perder o último ônibus que nos levaria até o avião e eu com fome, sinônimo de mais mau humor.
Ah sim, no avião, acabou que os assentos eram livres, e não marcados como o planejado pois juntaram dois vôos no mesmo. Eba! Eba nada, a gente não atrasou? Só sobrou lugarzinho titica, LÁ atrás, na penultima, na frente de umas meninas SUPER chatas que não paravam de chutar a cadeira e cantar músicas ALTO E MAL do tipo Jonas Brothers e Justin Bieber (ó só, JB e JB, credo). Fora isso, o vôo atrasou mais de meia hora, o que é claro nos fez chegar com mais de meia hora de atraso em São Paulo, fazendo com que a distância que havíamos planejado entre um vôo e outro fosse curta o suficiente - mesmo já tendo feito o check-in - pra eu não comer, continuar de fome e mau humor.
Entramos no segundo avião, dessa vez com um bebê (mas confesso que não muito chorão) sentado na frete da minha singela e minúscula poltrona de um voô de praticamente 6 horas. Acho que ninguém fica confortável nessas cadeiras, nem mesmo uma micro pessoa (leia-se minha priminha mais nova, que também veio, J.). Dormi o vôo todo, mas como fiquei bem doída, não dormi tão bem.
Ah, sim. Tenho que adicionar que o jantar do avião estava de-li-ci-o-so, uma maravilha! Mas não era um prato de restaurante, talvez se fosse francês. Uma porçãozinhazinha de carne, de salada e um doce. Nada muito grande. Bom pra não passar mal, ruim pra quem ainda estava com fome: eu.
Chegamos e como toda chegada foi aquela tensão de imigração, pegar bagagem, um táxi oficial. Só que toda essa tensão vezes 2, porque é tudo em espanhol.
Meu Deus, eu não lembrava como é horríiiiivel você querer entender algo e falar e não dar conta. NINGUÉM FALA INGLÊS NESSE MUNDO, SOCORRO.
E outra, vou te contar que depois de um vôo longo desse, chegar às 6 da matina e só poder dar um cochilinho, faz você ficar moído de cansaço.
Entramos no táxi e a primeira coisa que vemos quando saímos são favelas, mais bonitinhas do que as de Salvador, bem melhores do que as do Rio, coloridinhas e talz. Ok, toda metrópole é assim. Mas as favelas não acabam nunca! Caracas é muito feia, parecendo que é tudo de improviso, as pinturas, as placas. Tudo meio destruído pelo 1º mundo, a ditadura evidente no nacionalismo exagerado. Assustador. Feia, sem graça, medonha. Maaaaaaaaaas, ok, é uma cidade grande, a final.
Chegamos no hotel e isso eu tenho que confessar: é maravilhoso, com a arquitetura toda clássica, 5 estrelas e merecedor delas, ou pelo menos 4 delas (eu acho). Só não entendo porque está aqui, nessa cidade esquisita onde todo mundo fala rápido demais.
Pedindo pra falarem devagar, eles até que são simpáticos, os venezuelanos, mas não são tão calorosos quanto, por exemplo, os chilenos. São feiiinhos, sem um traço característico definido e muito educados e sérios, não muito barulhentos, o que é bom.
Depois de estar completamente exausta do vôo, só tenho direito à um banho e vamos tomar café da manhã. Não, não no hotel porque é caro demais (não é nem pensão completa nem meia pensão, é a parte) ou porque o meu tio, que veio conosco, é murrinha demais, CHATO DEMAIS.
Ah, Nota adicional: viemos eu, minha mãe, minha irmã, minha tia, meu tio, minha prima mais nova J, minha prima mais velha (não mais velha do que eu, 11 anos) A, meu avô e minha avó.
Nota lembrete: nunca mais viajar com eles, nem trazendo uma amiga, pra não torturá-la também.
Seguimos o conselho do porteiro do hotel, que foi muito simpático, de comer no lugar logo em frente. Foi muito legal da parte dele, mas... ah, eu não gostei das empanadas, as do Chile são melhores (sim, eu sou uma árdua defensora do Chile, amei lá). Não provei as arepas, pois nem dei conta de terminar a minha empanada. O lugar era meio esquisitinho, simples, mas o povo foi simpático. Mas ser simpático não ia matar a minha fome ainda existente e não-extinda com 1/3 de empanada.
Próxima coisa: pegar um metrô e ir aos museus, já que estava cedo demais pra ir no centro comercial (que nem parecia ser tão bom mesmo). O metrô estava cheio, mas nada assustador. Pelo menos não quando já se pegou o metrô de São Paulo na hora do rush - tenso. O problema é quando você nunca pegou o metrô: leia-se minhas primas e meus avós, que ficaram apavorados e fizeram muito barulho (mais do que de costume), me matando de vergonha (mais do que de costume(2)).
A essa altura eu já estava pra explodir com o meu tio achando que sabe tudo - inclusive falar espanhol (mais atrapalhando do que ajudando, MUITO MAIS) - e sendo incrívelmente barulhento e mal educado com sempre. Irritante.
Apesar de tudo, chegamos bem no Museu de Belas Artes de Caracas. Muito bonito, lindas as exposições. Mas nem todo mundo curte como eu, então ficaram enxendo o saco e me apressando, zombando dumas obras, o que também me irritou.
Droga, to atrasada. Depois termino.
Beijos

domingo, maio 9

revolta, pra variar.

oi oi.
hoje é dia das mães, parabéns para todas. mas não vou escrever sobre isso agora. preconceito. uma palavra que rodeia o tempo todo, e mais do que isso, IRRITA.
eu odeio rotina, eu odeio essas tradições idiotas e sem fundamento. mas do que isso, são detestáveis porque não se adequam nem representam um re-a-li-da-de. sabe o significado disso? algo que não é utópico, que não está só na imaginação. que te cerca, que está presente, que se faz presente. que é vivível e vivido e pronto.
preconceito é um meio de fugir do que voce não participa, do que é estranho, da realidade que voce quer ignorar. mas o estranho pode sim ser bom, se não pra voce, é pra alguém! o estranho nada mais é do que a falta de costume, e o ser humano precisa de costumes porque é mesquinho, tosco, ridículo de mais pra viver, arriscar. não quer aprender, nem conhecer. quer no máximo saber, pra poder se acostumar e daí tenta conviver com isso, se estiver de boa vontade. é um ser medroso e otário. odeio pertencer à essa espécie nojenta que se acha superior.
cade o respeito que todo mundo preza e prega? dizer 'ah, eu respeito mas acho ridículo e que coisa horrorosa, blablablá' não é a mesma coisa de 'eu respeito, mas nao gosto'. existem jeitos de dizer isso sem ofender, sem ser grosseiro, e mais do que isso, sem ser hipócrita.
acho que um dos piores defeitos que alguém pode ter é ser hipócrita, preconceituoso. aprenda a conviver porque pode vir a fazer parte da sua rotinazinha o que voce mais despreza. não ignore porque isso não muda nada. o que voce mais detesta pode estar do seu lado e vc nem imagina. o que vc odeia pode ser voce. então tome cuidado.

quinta-feira, maio 6

confusões, repetecos, promessas e ilusões.

não sei por onde começar, o cansaço me detém. é muito exaustivo tentar e querer acreditar. são duas vertentes de um mesmo problema. ah, quanta informação confusa. vamos devagar:
promessas são um compromisso muito grande, e como qualquer compromisso, tem muita gente que não leva a sério. alguns ignoram porque não querem ouvir, porque não querem acreditar, porque não querem se prender ou até mesmo porque não dão conta. é difícil fazer realidade o que as vezes nem era um plano, essa é a verdade das promessas. ao mesmo tempo que são a garantia, essas juras iludem quem as faz e quem as ouve mentindo em alto e bom som.
já as ilusões são as vontades não cumpridas que não querem ir embora. são os desejos profundos e preguiçosos, são as promessas não cumprida por alguém.
viu como no fundo é tudo a mesma coisa? são dois pesos para por nos pés, que carregam os dois ao mesmo tempo. é, confuso assim. é simples assim. é inerente a si , a mim e à você.
é o começo de muito e é o fim de tudo.
desisto. me iludi ao pensar que conseguiria explicar tudo num texto, mas tinha prometido que o tentaria. não, isso não acaba nunca. ou acaba sempre assim, longas voltas em torno do nada.

quinta-feira, abril 29

old thoughts old feelings

- minha alma é como um gato
solitária e sempre em cima do mura
rabugenta e teimosa
mas no fim das ruas
volta pra casa. -

- meu corpo é como um cão
fingindo alegre no gesto
precisando de um dono
sem rumo, mas seguindo. -

- minha mente é como um corvo
voando alto
mas nem tanto,
ao redor da tristeza e suas sobras
olhando pra baixo ao aterrisar. -

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só sobra o papel
de amigo
de secreto
de leve
de lento

só resta a polidez
de gesto
de obra
de vontade
de solução

só fica a poesia
de vida
de meio
de meu
de resto

quarta-feira, abril 28

gaiola de papel

não tente me segurar pelas penas,
pois do mesmo jeito me restam as asas.
sobra a vontade e o vento
que se completam e voam por mim

me de um pouco de espaço
também um pouco de equilíbrio
me dê um simples abrigo
que fale por ti

quanto mais preso sou
mais quero voar
em horizontes sem ré
ou em outra estação.


vou te substituir pelo próximo verão.

sushi com sabonete

estava eu, na minha reflexão diária durante meu banho, e cheguei à uma conclusão: a maioria das novas experiências, pelo menos a que estou passando agora, pode ser comparada a comer sushi.
é o seguinte: você sempre teve vontade de provar pois ultimamente tem sido um tanto quanto comum, mas de fora, a idéia de comer um peixe totalmente cru é um pouco esquisita, e até nojenta. até que um belo dia, um amigo seu te chama pra sair, jantar fora. quando vc chega, se supreende porque é uma temakeria e você não esperava isso, mas comenta com ele que se tivesse um pouco mais de coragem provaria coisas novas.
não é preciso nem um saquê pra que ele te convença e te incentive a fazer isso. você prova e acha uma delícia. mas mesmo assim de vez em quando, encontra seus amigos na rua, e alguns deles não curtem sushi, talvez até te critiquem, mas isso faz parte. no final vc não precisa se importar muito se eles gostam ou não, só precisa ter a certeza de que eles não vão deixar de sair com vc só porque vc vai pedir uma coisa diferente do cardápio.
é um pouco de loucura, eu sei, mas para mim todo esse shampoo de vários minutos fez algum sentido.
e me deu uma vontade de comer sushi!

terça-feira, abril 27

filha pródiga


hoje eu recebi três puxões de orelha e resolvi postar alguma coisa. só pra não ficar em branco, pra não desistir e cumprir a promessa, a princípio. mas também é um empurrãozinho pra escrever frequentemente como eu quero.
acho que a exaustão é reflexo da preguiça. ou o contrário. Talvez sejam idéias demais, ou de menos. muitas figuras de linguagem, muitas vírgulas entupidas na minha cabeça.
só sei que nada sei, que tudo quero saber. queria muitas coisas. queria mais fluência, mais vocabulário, mais roupa, mais amor, mais vida, menos preguiça, menos computador, mais vontades.

quero mais pores-do-sol sem fim de tarde e até mesmo sem começo. quero uma eternidade sem rotina.

no final, o filho pródigo sempre volta pra casa.

quinta-feira, abril 22

querido diário otário,

cansei - de novo - daqui
não aparecia há tanto tempo...
quero uma cara nova e também pensamentos.

cacofonia desgraçada que envoca o meu eu-lírico.



quem sabe um novo eu surge.

domingo, janeiro 10

desabafo

ontem pedi pra a minha mãe para ir à uma boate com uma amiga e ela não deixou. daí me surgiu a dúvida: porque quando falamos a verdade nos ferramos? eu poderia simplesmente ter mentido, ido, curtido, me divertido e mais um monte de 'idos', mas não. sei 'as consequências que isso me traria mais cedo ou mais tarde, consequências ruins'; e respeitei as vontades da minha mãe. não fiz nada de empolgante, nada como astravessuras que eles pais provavelmente fizeram como todo jovem que se preze, porque fui sincera.
eu sei que no fundo no fundo 'a recompensa virá e blablablá', mas porque esse retorno não é um pouco mais ágil? só se vive uma vez e se, por ter feito a coisa certa, eu for esperar para desfrutar da dita recompensa só depois da situação, vou ter que deixar para a próxima encarnação.
e outra, que retorno é esse? ele não traz cartão de identificação, não avisa quando nem como, não vem em forma de vale-presente nem ticket de alimentação. então pelo que devo esperar? um abraço, uma boa ação de volta, a companhia da minha família? amo muito todos os membros dela e não quero nenhum bem material por não ter saído mas - já que é para esperar - algo mais concreto poderia vir, algo mais humano.
porque é isso que sou, um ser humano. e por mais que eu odeie, minha condição biológica me coloca em um grupo daqueles que se dizem grandes mas não fazem absolutamente nada de solidário, altruísta. tudo é para o benefício próprio e nada mais. até a boa ação remete ao bem estar interior, porque é ele, o egoísmo, quem governa o mundo. e essa mesma condição só me faz aprender depois de bater várias vezes a cabeça, ver a resposta só depois de acontecer comigo e não só observando o vizinho se ferrar. e eu sei que nisso se incluem todas essas minhas perguntas e revoltas, mas não posso ficar calada, achando bom não estar aproveitando minhas férias e adolescência como acho que deveria.
o que dá origem a outro grande parágrafo (calma, não desista de ler, está quase no final). se você tiver mais de 25 anos e/ou for uma pessoa com lugares comuns na ponta da língua, estará pensando 'ela não sabe nada, é muito jovem para se decidir e saber o que é bom para ela mesma. já a mãe não, tem conhecimento e vivência de mundo'. você está errado. como você acha que as pessoas ganham a chamada vivência? porque elas vão à escola? a vida como um todo é um processo de acúmulo de experiências, que devem ser contadas, passadas para frente, e não simplesmente vividas. eu duvido que você acordou no dia do seu aniversário de dezoito anos e disse 'sou um adulto. vou fazer tudo agora, porque posso. vou começar a viver só agora, não como nos dezessete anos e 364 dias atrás, que foram um mero desperdício, uma simples espera'. a preparação, as experiências, a vivência, começa antes, meu caro. mas caso você não se enquadre em nenhuma das linhas supra escritas, creio que concordará comigo.
mas chega de enrolação, voltemos ao assunto (e vamos concluí-lo logo). ao invés de ir para a balada, fui para uma festa de família. não odeio isso, gosto de passar tempo com os meus relativos mas festinha de criança não é uma das melhores coisas pois sou a prima mais velha e a diferença de idade entre mim e as outras primas é muito grande. a diferença de mim para os adultos nem se fala. daí, por ter pedido para a minha mãe um momento de diversão e ter explicado tim tim pot tim tim, fui designada a ficar lá, durante horas. o que me rendeu tempo e assunto para postar, em compensação. mas não acredito que essa seja a tal recompensa. realmente não acredito, muito pequeno para tanto auê.
continuarei esperando por algo mais e, talvez pela primeira vez na vida, farei algo que não me é típico enquanto aguardo: sentarei e aceitarei toda essa agitação dentro de mim.

sábado, janeiro 9

inaguração

oi (:
no meu primeiro post, gostaria de me apresentar: eu sou a luú e larguei a maconha a dois dias.
brincadeirinha! não uso drogas. por enquanto. brincadeirinha de novo! hahaha (:
meu nome é luíza, tenho 15 anos e não gosto de letras maiúsculas. não coloco todos os acentos, gosto de uma aspa só e quando dou a falar sou uma matraca ambulante. gosto da informalidade nos textos principalmente em blogs, lógico. também adoro dar ênfase e entonação aos meus textos com o ponto final.
e com outro parágrafo também.
acho que hoje em dia meu maior vício é a internet. para não fazer desse vicío uma idiotice inútil, resolvi criar (mais) um blog. todo começo de ano faço isso e nunca vai pra frente, mas como esse ano é o ano que mais fiz promessas, resolvi arriscar de novo e tentar ao máximo levar adiante. não que eu espere ter o maior blog do brasil, mas ter alguém que não seja um amigo ou dá família lendo não seria ruim. na verdade já seria um objetivo alcançado. ter alguém com que compartilhar o diário virtual, as doideiras, as revoltas. ou não, simplesmente colocar umas idéias para fora, registradas no universo, talvez simples e unicamente para mim.
não acho que escrevo muito bem, mas é a prática que nos aprimora, certo?
dizem que sou bastante feminista, exagerada, revoltada e teimosa. tenho opiniões malucas e sei que às vezes incoerentes. crio minhas teorias e adoro ouvir o que os outros pensam as respeito, ainda mais se discordarem. é quando uso da minha teimosia e retórica pra convencer os outros. porque sou bem competitiva e apelona, adoro quando consigo converter alguém à pensar como eu. é a sensação do dever cumprido! hahah(:
em compensação, apesar de adorar ouvir, me torno do tipo ignorante quando não gostam do que falo. se eu estiver errada e conseguirem me provar e convencer, tudo bem, vou tentar consertar e melhorar, talvez até mudar meu ponto de vista. mas, se for uma crítica sem 'argumentos válidos', simplesmente digo 'não dou a mínima pro que você pensa'. vivemos em sociedade e eu sei que existem as consequências disso mas defendo a originalidade acima de tudo, levando como lema 'não faça pelos outros, nem para os outros, nem como os outros'.
tenho interesse em muitas áreas das humanas e nas artes, principalemente. campos como o da expressão e da exposição dos pensamentos e idéias me atraem. não tenho certeza do que quero para a faculdade mas essa é uma intriga que ainda vai durar um pouco, eu sei, mas também pode esperar. meu maior sonho é viajar quase tudo, conhecer o máximo de lugares possíveis, fotografá-los. registar cada momento, dançá-los e vesti-los.
todo esse blablablá foi, no fundo no fundo, para dar-lhe boas vindas e pedir-lhe que se sinta em casa, à vontade para interagir com meus textos, concordar ou não com as minhas opiniões e desse jeito quem sabe poderemos até dar boas risadas juntos! (:
beijos,
luú.

ps: perdoem-me se cometi erros de portuês, independente do gênero deles.

quinta-feira, janeiro 7

formspring.me

If you could go only to one restaurant for the next five years, which would it be?

la olla, in chile.

cuidado: a curiosidade matou o gato.